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O sanduíche Bauru e seu defensor

Em nossa cidade, para falar sobre o sanduíche Bauru, jamais poderíamos deixar de mencionar José Francisco Jr., que a partir do início dos anos 70 passou a ser "Zé do Skinão".

Zé do Skinão foi um 'protetor' do sanduíche Bauru e, quando o Ponto Chic em São Paulo encerrou temporariamente as suas atividades (esse restaurante é que ainda fazia o genuíno sanduíche), resolveu abrir o seu próprio negócio e respeitar a receita inicial daquele alimento criado por Casimiro Pinto Neto. Nascia então o Lanches Skinão, na esquina da Avenida Rodrigues Alves com a rua Gustavo Maciel. Durante o tempo em que o Ponto Chic ficou fechado, Zé do Skinão foi à luta e fez o sanduíche sobreviver.

O fundador do Ponto Chic morreu pouco depois de a casa ser obrigada a fechar, em 1977, atingida por uma ação de despejo pelo dono do prédio, mas um ex-funcionário, Antônio Alves de Souza, que planejava ter um bar, obteve da família de Cecchini o direito de tocar o negócio, em 1978, no Largo Padre Péricles, nas Perdizes.

Dois anos depois, conseguiu reabrir o Ponto Chic do Largo do Paissandu, até hoje a rede pertence aos Alves de Souza. A casa prepara outros dois sanduíches famosos, o "Rococó" (rosbife, aliche, queijo gorgonzola, tomate e pepino) e o "Seleto" (rosbife, presunto, tomate, pepino e uma mistura de queijo fundidos), mas o Bauru continua a ser de longe a sua estrela reluzente.

Hoje, na cidade sem limites, mais precisamente na lanchonete Skinão, agora de roupagem nova e atendendo em local amplo e confortável, os bauruenses e aqueles que visitam a capital da terra branca do Zé do Skinão, lá podem apreciar um sanduíche saudável que agrada aos paladares mais exigentes.

Zé do Skinão decidiu preservar a receita original, não permitindo, portanto, que a idéia de Casimiro Pinto Neto se perdesse.

Fonte: Bauru Ilustrado / Luciano Dias Pires





 
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